Glossário
Glossário de nutrição avançada
Os termos que vai encontrar em rótulos, estudos e guias, explicados com clareza. Do ATP ao VRN, para que compreenda exatamente o que toma.
A
- ADP (adenosina difosfato)
Molécula que resta quando o ATP cede energia. A fosfocreatina devolve-lhe um fosfato para regenerar ATP de imediato.
Guia da creatina →- ALA (ácido alfa-linolénico)
Ómega-3 de origem vegetal presente em sementes como a linhaça ou nas nozes. O organismo só transforma uma pequena parte em EPA e DHA.
Guia do ómega-3 →- Alegação de saúde
Benefício de um nutriente avaliado pela EFSA e autorizado pela Comissão Europeia, com uma redação e condições de utilização concretas.
Evidência →- ATP (adenosina trifosfato)
A molécula com que as suas células obtêm energia. É biologicamente ativa ligada ao magnésio, como complexo Mg-ATP.
Como funciona a creatina →
B
- Biodisponibilidade
Proporção de um nutriente que o organismo absorve e pode utilizar. Depende da forma química, da dose e de ser tomado com alimentos.
Tipos de magnésio →- Biohacking
Aplicar a ciência ao dia a dia para ter melhor desempenho e cuidar da saúde a longo prazo: hábitos, dados e nutrição baseados em evidência.
Guia de biohacking →- Bisglicinato de magnésio
Magnésio ligado a duas moléculas de glicina numa estrutura quelatada, estável e muito bem tolerada a nível digestivo.
Bisglicinato de Magnésio + B6 →
C
- Cadeia alimentar
A cadeia trófica dos ecossistemas. Os peixes pequenos, como a anchova, estão na base e acumulam muito menos metais pesados do que os grandes predadores.
Ómega-3 de anchova →- Coenzima
Molécula que ajuda uma enzima a desempenhar a sua função. A forma ativa da vitamina B6 é coenzima de mais de uma centena de reações.
Magnésio com B6 →- Cofator
Mineral ou molécula de que uma enzima precisa para funcionar. O magnésio é cofator de mais de 300 sistemas enzimáticos.
Guia do magnésio →- Creatina
Composto natural que o corpo fabrica a partir de arginina, glicina e metionina e que também é fornecido pela carne e pelo peixe. Cerca de 95% é armazenada no músculo.
Creatina Monohidratada →- Creatina monohidratada
Molécula de creatina ligada a uma molécula de água. É a forma de creatina mais estudada e a de referência nas alegações autorizadas.
Guia da creatina →- Creatina quinase
Enzima que transfere o fosfato da fosfocreatina para o ADP para regenerar ATP durante os esforços intensos.
Como atua a creatina →- Creatinina
Produto de degradação natural da creatina, eliminado pela urina. A creatina pode aumentar o seu valor numa análise ao sangue.
Segurança da creatina →
D
- DHA (ácido docosa-hexaenoico)
Ómega-3 de cadeia longa, um dos principais componentes estruturais do cérebro e da retina.
DHA e cérebro →
E
- EFSA
Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos. Avalia a ciência por trás das alegações de saúde e estabelece valores de referência.
Biblioteca científica →- Ensaio clínico aleatorizado
Estudo em que os participantes são distribuídos ao acaso por um grupo de intervenção ou de controlo, o desenho de referência da investigação.
Biblioteca científica →- EPA (ácido eicosapentaenoico)
Ómega-3 de cadeia longa. É a matéria-prima de moléculas que o organismo usa como sinais e, com o DHA, contribui para o normal funcionamento do coração.
Ómega-3 do Cantábrico →- Equilíbrio dos eletrólitos
Equilíbrio de minerais como o sódio, o potássio ou o magnésio nos líquidos do corpo. O magnésio contribui para o manter.
Guia do magnésio →
F
- Fase de carga
Protocolo de doses mais altas durante alguns dias para encher mais depressa as reservas de creatina. Com 3 g diários chega-se ao mesmo ponto em algumas semanas.
Quanta creatina tomar →- Fosfocreatina
Reserva de energia imediata do músculo: creatina ligada a um fosfato, pronta a regenerar ATP em segundos.
Guia da creatina →
G
- Glicina
O aminoácido mais pequeno. No bisglicinato, duas moléculas de glicina envolvem o magnésio, formando um quelato.
Tipos de magnésio →
H
- Homocisteína
Aminoácido intermédio do metabolismo, um dos marcadores vigiados no biohacking. A vitamina B6 contribui para o seu normal metabolismo.
Magnésio com B6 →
I
- Índice ómega-3
Percentagem de EPA e DHA nas membranas dos glóbulos vermelhos. Reflete o aporte de ómega-3 dos últimos meses.
Guia do ómega-3 →- Ingestão adequada
Quantidade diária de um nutriente que a EFSA considera suficiente para a população. Para o EPA + DHA são 250 mg em adultos.
Quanto magnésio por dia →
M
- Magnésio elementar
Quantidade real de magnésio que um produto fornece, sem contar o peso da molécula a que está ligado. É o número que serve para comparar.
Como ler o rótulo →- Mesh
Medida da finura de um pó segundo a malha por onde passa. 200 mesh corresponde a aberturas de cerca de 75 mícrones.
Creatina 200 mesh →- Meta-análise
Estudo que combina estatisticamente os resultados de vários ensaios para obter uma conclusão mais sólida.
Biblioteca científica →- Metilmercúrio
Forma de mercúrio que se acumula ao longo da cadeia alimentar marinha, mais nos grandes predadores do que nos peixes pequenos.
Como escolher um ómega-3 →- Micronizado
Pó reduzido a partículas muito finas. A molécula é a mesma; melhora a dispersão no líquido e a comodidade ao tomar.
Creatina micronizada →
O
- Ómega-3
Família de ácidos gordos polinsaturados. Os mais importantes são o ALA (vegetal) e o EPA e o DHA (marinhos, de cadeia longa).
Guia do ómega-3 →- Oxidação do óleo
Alteração das gorduras pelo oxigénio, pela luz e pelo calor. A vitamina E ajuda a proteger o óleo de ómega-3.
Frescura do ómega-3 →
P
- Piridoxal 5'-fosfato
A forma ativa da vitamina B6, a que atua como coenzima no organismo.
Magnésio com B6 →
Q
- Quelato
Estrutura em anel em que um mineral fica ligado a uma molécula orgânica, como um aminoácido. Confere estabilidade e boa tolerância.
Tipos de magnésio →
R
- Repetição máxima (1RM)
O peso máximo que consegue levantar uma única vez num exercício. Serve para exprimir a intensidade do treino de força.
Creatina depois dos 50 →- Revisão sistemática
Revisão que procura, seleciona e avalia de forma ordenada todos os estudos sobre uma pergunta concreta.
Biblioteca científica →
S
- Sarcopenia
Perda progressiva e acentuada de massa e força muscular com a idade. O treino de força é a melhor estratégia para cuidar do músculo.
Creatina depois dos 50 →
T
- Toma diária recomendada
Quantidade de produto indicada no rótulo para tomar todos os dias. Não deve ser excedida.
Como tomar os três →- Treino de resistência
Treino de força com cargas: pesos, máquinas, elásticos ou o próprio peso corporal, aumentando a dificuldade ao longo do tempo.
Creatina depois dos 50 →
V
- Vitamina B6 (piridoxina)
Vitamina hidrossolúvel que atua nos mesmos processos que o magnésio: energia, sistema nervoso e função psicológica.
Magnésio com B6 →- Vitamina E (d-alfa-tocoferol)
Vitamina antioxidante. Contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis e ajuda a proteger o óleo de ómega-3.
Ómega-3 do Cantábrico →- VRN (valor de referência do nutriente)
Quantidade diária de referência fixada pela regulamentação europeia para a rotulagem. Para o magnésio são 375 mg.
Como calcular a % do VRN →